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GUIAS INTERATIVOS

Fórum de Consulta

Seja bem-vindo ao fórum de consulta da série GUIAS INTERATIVOS. O objetivo desse espaço é proporcionar comunicação direta dos leitores com o autor, especialmente no que diz respeito às seções de exercícios no livro. Ao postar sua pergunta, use o seguinte padrão: Número da lição/ número da página/número do exercício. Por exemplo: para uma duvida relacionada ao exercício 4 da lição 23 na página 145, use o código P145/L23/E4 antes de começar a sua pergunta. Isso facilitará as buscas posteriormente.

Blocos de Conteúdos

Os blocos de conteúdos estão numa folha tamanho A3, mas podem ser impressos numa folha no tamanho A4 se você ajustar sua impressora para isso.

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Esboço das Lições

Todos os esboços disponibilizados nos links abaixo contém apenas um resumo dos exercícios e, por isso, dependem do conteúdo do livro para uma utilização adequada. Se você é um líder de grupo e planeja usar o material, a aquisição do livro é indispensável para a condução das discussões sobre o tema. As lições podem ser impressas para os participantes do seu grupo de estudo, clicando nos links abaixo.

Lição 1: O maior homem de todo o oriente (Jó 1.1-5). Clique aqui.
Lição 2: A ideia do primeiro teste (Jó 1.6-12). Clique aqui.
Lição 3: A execução do primeiro teste (Jó 1.13-22). Clique aqui.
Lição 4: Toca-lhe nos ossos e na carne (Jó 2.1-10). Clique aqui.
Lição 5: A chegada dos três amigos (Jó 2.11-13). Clique aqui.
Lição 6: Pereça o dia em que nasci! (Jó 3.1-26). Clique aqui.
Lição 7: Acaso, já pereceu algum inocente? (Jó 1.1-5). Clique aqui.
Lição 8: Medita nisso para o teu bem (Jó 5.1-27). Clique aqui.
Lição 9: O meu pedido (Jó 6.1-30). Clique aqui.
Lição 10: Se pequei, que mal te fiz? (Jó 7.1-21). Clique aqui.
Lição 11: Deus não rejeita ao íntegro (Jó 8.1-21). Clique aqui.
Lição 12: Se não é ele, quem será? (Jó 9.1-35). Clique aqui.
Lição 13: Parece-te bem que me oprimas? (Jó 10.1-22). Clique aqui.
Lição 14: Acaso, tem razão o tagarela? (Jó 11.1-20). Clique aqui .
Lição 15: Jó se defende das acusações (Jó 12.1-25). Clique aqui.
Lição 16: Quero defender-me perante Deus (Jó 13.1-28). Clique aqui.
Lição 17: O homem vive breve tempo (Jó 14.1-22). Clique aqui.
Lição 18: A tua iniquidade ensina a tua boca (Jó 15.1-35). Clique aqui.
Lição 19: Tu destruíste a minha  família (Jó 16.1-22). Clique aqui.
Lição 20: Só tenho a sepultura (Jó 17.1-16). Clique aqui.
Lição 21: A luz do perverso se apagará (Jó 18.1-22). Clique aqui.
Lição 22: Eu sei que meu redentor vive (Jó 19.1-29). Clique aqui.
Lição 23: Os ímpios na visão de Zofar (Jó 20.1-29). Clique aqui.
Lição 24: Os ímpios na visão de Jó (Jó 21.1-34). Clique aqui.
Lição 25: A solução de Elifaz (Jó 22.1-30). Clique aqui.
Lição 26: Se eu soubesse onde o encontrar (Jó 23.1-17). Clique aqui.
Lição 27: Por que Deus não castiga o perverso? (Jó 24.1-25). Clique aqui.
Lição 28: Ninguém é justo perante de Deus (Jó 25.1-6). Clique aqui.
Lição 29: Jó afirma a soberania de Deus (Jó 26.1-14). Clique aqui.
Lição 30: Qual será a esperança do ímpio? (Jó 27.1-23). Clique aqui.
Lição 31: Onde está a sabedoria? (Jó 28.1-28). Clique aqui.
Lição 32: Autobiografia de Jó (Jó 29.1-25). Clique aqui.
Lição 33: Agora virei motivo de zombaria (Jó 30.1-31). Clique aqui.
Lição 34: As perguntas da oração de Jó (Jó 31.1-40). Clique aqui.
Lição 35: A apresentação de Eliú (Jó 32.1-5). Clique aqui.
Lição 36: Quem são os sábios (Jó 32.6-22). Clique aqui.
Lição 37: O puro saber (Jó 33.1-33). Clique aqui.
Lição 38: Deus não procede maliciosamente (Jó 34.1-25). Clique aqui.
Lição 39: Deus não ouvirá gritos vazios (Jó 35.1-16). Clique aqui.
Lição 40: A Deus atribuirei a justiça (Jó 36.1 – 37.24). Clique aqui.
Lição 41: Eu te perguntarei e tu me responderás (Jó 38.1-41). Clique aqui.
Lição 42: Seis exemplos na criação (Jó 39.1-30). Clique aqui.
Lição 43: Quem pode arguir a Deus? (Jó 40.1-24). Clique aqui.
Lição 44: O desafio do Leviatã (Jó 41.1-34). Clique aqui.
Lição 45: Eu te conhecia só de ouvir (Jó 42.1-6). Clique aqui.
Lição 46: Deus repreende os amigos de Jó (Jó 42.7-9). Clique aqui.
Lição 47: Deus mudou a sorte de Jó (Jó 42.10-17). Clique aqui.

 


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40 Comentários

  • Leonardo Ferreira

    6 de junho de 2018 at 21:07

    P44/L2 e P61/L4
    Boa noite, Pr. Daniel
    Fiquei confuso, a ideia de testar Jó veio de Deus ou de Satanás? Existe alguma diferença entre o primeiro e o segundo teste em relação a quem teria idealizado? Deus o abençoe.

    Responder
    • Daniel Santos

      10 de junho de 2018 at 17:27

      Olá Leonardo, obrigado pela pergunta e pelo interesse.
      Sua pergunta é muito pertinente e, sempre que falo publicamente sobre Jó, essa assunto aparece. De quem foi a ideia de testar Jó? Em primeiro lugar, precisamos deixar claro que, se Deus tinha algo secreto em mente sobre esses testes, nós não sabemos. Logo, não seria correto argumentar em cima de algo que não sabemos e Deus não quiz informar.
      O que sabemos é que a proposta veio de Satanás, segundo o texto: “Estende, porém, a mão sobre tudo o que ele tem, e verás se não blasfema contra a tua face?” Essa é a primeira proposta de se testar Jó. É uma proposta vinda de Satanás. Não foi Deus quem perguntou a Satanás se ele achava que Jó resistiria a uma provação, mas foi Satanás quem sugeriu pela primeira vez que o teste fosse feito.
      Eu não sei quanto você já leu do livro, mas eu irei comentar mais sobre isso posteriormente.
      Grato,

      Daniel Santos

  • Daniel Lyra

    24 de março de 2018 at 18:26

    Na Lição 38 nas cruzadinhas encontramos um erro na pergunta 10, porque a única palavra que encaixa é “sábios” mas está propondo “razões”, um pequena colaboração para as próximas edições.

    Responder
  • LIZANDRO

    28 de fevereiro de 2018 at 11:22

    L4/P61 – Blasfêmia
    Prof. Daniel, duas questões, as quais espero saber fazer:
    1. qual a diferença da blasfêmia não praticada por Jó e a blasfêmia contra o Espírito Santo de Lc 12.10? (Obs.: não encontrei relação entre as palavras no hebraico (barak-Jó 1.11) e no grego (blasphemeo).
    2. O Livro de Jó está dizendo que a qualidade do relacionamento de Jó com Deus é a única aprovada por Deus? Ou o Livro o descreve como alguém acima da média?

    Responder
    • Daniel Santos

      28 de fevereiro de 2018 at 20:30

      Olá Lizandro, boas perguntas:
      1) “Blasfêmia contra o Espírito Santo”, conforme meu professor D. A. Carson dizia, não pode ser cometida hoje. Somente as pessoas que estiveram diante de Jesus Cristo, enquanto ele esteve aqui na terra, poderiam cometer tal pecado, pois vendo suas obras e ouvindo suas palavras, atribuíram seus prodígios a Belzebú. A blasfêmia mencionada no livro de Jó é 50% semelhante à blasfêmia mencionada acima. Primeiro, a parte que é diferente, elá é uma blasfêmia contra Deus e não contra o Espírito Santo. Embora seja parte da Trindade, o papel do Espírito Santo é distinto. Segundo, a parte que é semelhante, a blasfêmia em Jó significava atribuir a Deus indevidamente uma culpa ou uma motivação ímpia. LEndo o livro de Jó, parece-me que os seus amigos sempre se escandalizavam quando viam os comentários de Jó que atribuiam a Deus a causa de sua tragédia.

      2) Não. O livro de Jó diz que “naqueles dias” não havia homem como ele em toda a terra; nesse sentido ele era mesmo acima da mádia. Nos dias de Noé, por outro lado, somente Noé foi considerado justo. O capítulo 28 de Jó mostra que nem Jó ou seus amigos são paradigmas de sabeodria; a verdadeira sabedoria pertence a Deus e só ele sabe onde encontrá-la.

      DAniel Santos

    • Lizandro

      1 de março de 2018 at 08:14

      Olá professor! Ok. Então, “ninguém há na terra semelhante a Jó” não significa que somente Jó temia a Deus como ele é Digno? Não significa que a positiva a respeito de Jó equivale a negativa a respeito dos demais homens? Exemplo: “os demais homens não são íntegros e retos, tementes a Deus…”?

    • Daniel Santos

      1 de março de 2018 at 10:18

      Isso mesmo. A afirmação “ninguém há na terra semelhante a Jó” coloca-o num patamar diferente, mas não exclue e existência de outros homens e mulheres tementes a Deus. Eles só não eram “como Jó”. QUando você chagar no capítulo 29 do livr de Jó, a chamada “autobiografia de Jó” revela outros aspectos da singularidade desse homem.

      Daniel Santos

    • Daniel Santos

      15 de fevereiro de 2018 at 08:47

      Olá Lizandro, a citação de Tiago é curiosa mesmo. Parece que ele está chamando seus leitores a prestar atenção para uma interpretação comum em seus dias, a qual está centrada na expressão grega ὑπομονὴν. A nossa versão traduz como paciência, mas no NT ela é frequentemente traduzida como perseverança. Na tradução grega do AT, a expressão aparece no livro de Jó em 14:19 com o sentido de esperança. A minha conclusão sobre isso é que Tiago não estava oferecendo uma chave interpretativa para o livro, mas apenas destacando um aspecto que era mais comentado em seus dias.

    • Daniel Santos

      14 de fevereiro de 2018 at 10:42

      Olá Lizandro,
      Boa pergunta. Eu uso sempre a famosa seção do livro que discute onde se encontra a sabedoria (Jó 28). Jó e seus amigos caminharam uma longa jornada de discussão e chegaram a esse ponto crucial: Onde está a sabedoria? Quem sabe o seu local? O capítulo 28 de Jó responde essa pergunta apontando para Deus como aquele que, nomomento oportuno, “tornou conhecida a sua sabedoria” (Jó 28.27). Essa é a sabedoria outrora oculta, a respeito da qual lemos em 1Co 2.7.
      Há um aspecto muito explorado que é o fato de Jó ter intercedido pelos filhos e os amigos (no final do livro). Isso deve ser usado com cautela, sem dar muita ênfase, pois é um tema secundário no livro.
      Há os que comparam o sofrimento de Jó com o de Cristo (o justo sofredor). Cuidado: o sofrimento de Jó não remia pecados como os de Cristo. Explore, em vez disso, o fato de Jó ser alguém em quem Deus de compraz. Isso sim dá para ser diretamente usado como uma apresentação de Cristo no livro.

      Daniel Santos

    • Lizandro

      1 de março de 2018 at 08:36

      L22/P180-181. Olá Prof.! Surgiu nova pergunta sobre Cristo em Jó. Como foi a esperança de Jó no descendente, já que o seu conceito de Redentor não é o mesmo do final do progresso das revelação? Podemos dizer que Jó desejou ver o dia de Cristo como Abraão em Jo 8.56?

    • Daniel Santos

      1 de março de 2018 at 10:36

      Bom dia Lizandro, sim, o seu conceito não é igual ao daqueles que viram o progresso da revelação. Contudo, era um conceito bastante avançado. Senão, veja:
      1) Jó crê na existência de um “redentor”, o qual ele qualifica como “meu redentor” (Jó 19:25)
      2) Jó já tinha definido o que ele chama de redentor anteriormente. Veja o texto de Jó 16:18-22:

      “Ó terra, não cubras o meu sangue, e não haja lugar em que se oculte o meu clamor! Já agora sabei que a minha testemunha está no céu, e, nas alturas, quem advoga a minha causa. Os meus amigos zombam de mim, mas os meus olhos se desfazem em lágrimas diante de Deus, para que ele mantenha o direito do homem contra o próprio Deus e o do filho do homem contra o seu próximo. Porque dentro de poucos anos eu seguirei o caminho de onde não tornarei”.

      Partindo dessa confissão que ele faz, podemos concluir três coisas sobre o seu conceito de redentor:
      1) Seu redentor está nos céus
      2) Seu redentor é a sua testemunha
      3) Seu redentor é seu advogado diante de Deus

  • Daniel Lyra

    25 de janeiro de 2018 at 10:51

    Olá Pr Daniel. Em Jó 27.13-23 vemos uma descrição de Jó sobre o perverso e ficamos confusos sobre a diferença da definição da de seus amigos como por exemplo 23.18-21. O senhor pode nos ajudar?

    Responder
  • Daniel Lyra

    19 de dezembro de 2017 at 11:20

    Estamos estudando fielmente o material, nossa EBD de 2017 foi focada em Jó e para nós tem sido um desafio e um tremendo prazer conhecer o livro de Jó de maneira aprofundada. Em um ano estudamos 30 lições, graças a Deus ainda temos 17 para 2018, o que me leva a pergunta: Há algum guia interativo novo à caminho? rsrsrsrs obrigado pelo excelente livro.

    Responder
  • Daniel Lyra

    5 de julho de 2017 at 15:24

    Caro Dr. Daniel já estamos no capítulo 16 do livro, passando pelo parto da argumentação de Jó e seus amigos, gostaria de um exemplo prático no capítulo 16 do seu, respondendo as perguntas interpretativas do cap 13 de Jó, estamos tendo muita dificuldade de respondê-las nessa fase de discussão do livro.

    Responder
    • Daniel Santos

      13 de julho de 2017 at 14:55

      Olá Daniel Lyra, obrigado pela pergunta.
      O propósito dessas perguntas interpretativas é o de manter o foco. Veja como eu responderia.

      QUEM?
      O discurso é atribuído a Jó. Ou seja, é ele quem está falando nesse capítulo 13.1-28.

      O QUÊ? (Isto é, o que o capítulo está tratando?)
      1. Jó acusa seus amigos de besuntar a verdade com mentira
      2. Jó apresenta sua defesa
      3. Jó defende o seu procedimento
      4. Jó pede duas coisas
      Obs.: Veja que eu segui mais ou menos o esboço do capítulo do meu livro.

      POR QUÊ?
      Ele constatou que seus amigos estão mais lhe ajudando em nada. (Veja o comentário que faço no primeiro parágrafo da página 136).

  • Tiago Gondim

    16 de maio de 2017 at 16:47

    Olá irmãos, graça e paz!

    Dr. Daniel, eu gostaria de saber quais são as lições selecionadas para um estudo em três meses. Estou seguindo a ordem das lições (já estamos na lição 5), mas provavelmente terei que interromper sem abordar todo o livro, devido a uma mudança que haverá no meu grupo pequeno a partir do mês de Julho. Então gostaria de saber quais as lições que eu posso abordar para ter pelo menos uma visão geral de todo o livro. Forte abraço.

    Responder
    • Daniel Santos

      18 de abril de 2017 at 18:22

      Caro Daniel Lyra, obrigado pela pergunta.
      A razão desta pergunta se deve ao fato das palavras de Elifaz terem sido apresentadas como uma resposta ao que Jó havia dito. Assim, devemos tentar encontrar alguma conexão entre ambos. Eu creio que a maior conexão seria a tentativa de Elifaz de justificar (ou defender) a ação de Deus. Em 3.24 Jó diz: “Por que se concede luz ao homem, cujo caminho é oculto, e a quem Deus cercou de todos os lados?” A resposta de Elifaz tenta explicar que Deus só faria isso no caso de Jó não ser justo. Não é uma conexão tão fácil, eu admito.

    • Daniel Lyra

      20 de abril de 2017 at 13:32

      Tenho me preocupado em dar esse feedback, pois são questionamentos de alguém que tem um conhecimento básico teológico (pois fiz seminário) e algumas questões vem dos irmãos, assim desejamos colaborar ainda mais com a qualidade desse material. Deus abençoe ricamente.

  • P83-84/L7 Elifaz está defendendo ou acusando?

    17 de abril de 2017 at 16:08

    Na P83-84/L7 aprendemos nos comentário da doutrina da retribuição que Elifaz para consolar Jó defende que apesar de tudo o que aconteceu ele ainda está vivo porque ele é reto o que não aconteceu com seus filhos e servos. Mas no final no tópico na P84 vemos que o comentário que Elifaz acusa Jó de impiedade e por isso está sofrendo. E aí? Afinal de contas Elifaz está defendendo ou acusando, ficou essa dúvida.

    Responder
    • Daniel Santos

      18 de abril de 2017 at 18:01

      Caro Daniel Lyra, obrigado pela pergunta. Elifaz está sendo irônico em sua afirmação. Ele está acusando. Em outras palavras, se é verdade que Deus não se esquece dos que são justos, nem destrói os retos, e se é verdade que Jó teve suas posses destruídas e seus filhos mortos, então a conclusão é que Jó NÃO É UM JUSTO.

  • P44/L2 e P61/L4: Contradição?

    30 de março de 2017 at 15:49

    O leitor Daniel Lyra levantou esse questionamento interessante. O seu comentário abaixo explica os detalhes. A minha resposta à pergunta é a seguinte: No primeiro teste a ideia de testar Jó foi de Deus (P44/L2), mas no P61/L4 a pergunta é diferente: “quem teve a ideia de testar Jó novamente. Não sei se fui feliz no meu modo de expressar no livro, mas essa era a ideia. Obrigado por destacar isso, Daniel Lyra.
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    Veja a pergunta original:
    Estamos estudando o livro na nossa sala da Escola Dominical e encontramos uma aparente contradição nas informações dos comentários. Na p44/L2, tópico “o que”, segundo parágrafo lemos “Ambas as perguntas indicam a iniciativa da parte de Deus, e não de Satanás, de investigar a vida de Jó”. Todavia, na P61/L4, tópico “quem teve a ideia de testar Jó novamente”, lemos: “a ideia de testar a motivação de Jó, mais uma vez, veio de Santanás e não de Deus.” —- Creio que a segunda expressão ficou ambígua e por isso ficamos na dúvida. O que o o senhor defende é que a primeira ideia foi de Deus e segunda foi de Satanás?
    Deus abençoe!

    Responder
  • Daniel Lyra

    9 de fevereiro de 2017 at 17:35

    Estou impressionado e vislumbrando a forma como esse material está sendo disponibilizado. Para mim está sendo perfeito, não vejo a hora de iniciar e aprender. A forma está muito boa, e com um gosto de “é do Reino” e não meu. Deus abençoe meu amado. Certamente vou estar em contato para melhor utilização do material.

    Responder

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